Concurso MANAUSPREV (AM) 2015 tem 57 vagas abertas



Seguem abertas as inscrições para o concurso público da Manaus Previdência (MANAUSPREV) no estado do Amazonas. O certame regido pelos editais n° 01 e 02/2015 destinam-se ao preenchimento de 57 vagas para diferentes cargos os cargos de Analista Previdenciário, Procurador Autárquico e Técnico Previdenciário, que exigem nível médio ou superior. Os aprovados receberão salários que oscilam entre R$ 4 mil e R$ 6 mil, pelo cumprimento de jornada de trabalho de 40 horas por semana.

A realização do certame acontecerá sob a responsabilidade da Fundação Carlos Chagas. Das vagas oferecidas, 5% estão reservadas aos candidatos com deficiência. As vagas são assim distribuídas: 5 para Procurador Autárquico e 20 para Analista Previdenciário, sendo necessário o curso superior nas áreas de Arquivologia, Administração, Contabilidade, Ciências Atuariais, Economia, Serviço Social, Psicologia, e Tecnologia da Informação. As demais oportunidades são para o cargo de Técnico Previdenciário, que exige do candidato formação em nível médio.



Interessados podem se inscrever pela internet, preenchendo o formulário disponível no site da Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br), até as 14h do dia 13 de fevereiro de 2015. As taxas de participação devem ser pagas na rede bancária e estão fixadas em R$ 70,00 para o cargo de Técnico Previdenciário; R$ 100,00 para o cargo de Analista Previdenciário e R$ 120,00 para o cargo de Procurador Autárquico.

Os candidatos serão submetidos a prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório. Ela está marcada para acontecer no dia 29 de março de 2015, na Cidade de Manaus/AM, em locais, salas e horários a serem informados oportunamente. Cabe aos candidatos verificarem essas informações e comparecerem ao local das provas com antecedência. O gabarito será divulgado na data prevista de 30 de março de 2015.

Segundo o edital, o certame será válido por dois anos, contados a partir da data de homologação dos resultados. Há a possibilidade de prorrogação por mais dois anos, se for necessário. 



Por Ana Rosa Martins Rocha



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